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PTENES
Para empresas · AI Partner

A IA entra na empresa aos bocados: alguém compra uma ferramenta, aparece um fornecedor, surge uma ideia para automatizar, a equipa pede regras. Se ninguém toma conta disto, todas as decisões acabam no dono ou ficam por decidir. O AI Partner existe para não ser assim.

Diagnóstico

Quando já não dá para decidir isto ao lado do resto

O que passa a acontecer
Quando já não dá para decidir isto ao lado do resto — O que passa a acontecer
Já fizemos um projeto de IA e agora ninguém sabe o que vem a seguirPassa a haver um roadmap revisto todos os meses.
A equipa usa ferramentas de IA que a empresa nunca aprovou nem avaliouRegras de uso escritas, e as ferramentas avaliadas antes.
Chegam propostas com IA e não há como julgar se valem o preçoTestamos contra um caso vosso antes de haver contrato.
Há ideias de automação a mais e nenhuma forma de as ordenarOrdenadas por horas e por risco, não por entusiasmo.
Ninguém interno tem tempo — ou mandato — para decidir istoPassa a haver quem decida, de fora e com contexto.
O que foi construído funciona, mas parou onde ficouVolta a mexer-se: revisão mensal do que está em produção.
Percurso

Três modos

01

Advisory

Decidimos convosco: roadmap, ferramentas, fornecedores e regras. Quem constrói é a vossa equipa ou terceiros.

02

Delivery

Decidimos e construímos. É o modo mais comum: as decisões do mês viram sistema no mês seguinte.

03

Dedicated

Capacidade reservada todos os meses, para quem tem mais processos em fila do que os outros modos aguentam.

Âmbito

O que deixa de cair todo em cima de si

A lista de processos candidatos, ordenada por horas e por risco. Revista todos os meses, não uma vez por ano.

Testamos contra um caso vosso antes de haver contrato. Quando a resposta é que não vale o preço, é essa que damos.

Um processo em versão pequena, para se ver a funcionar antes de haver decisão de o construir a sério.

O que pode ir para uma ferramenta externa e o que não pode. Escrito, para a equipa poder consultar.

Sobre os processos e as ferramentas que a equipa já usa — não um curso genérico de IA.

Horas, o que mudou, o que não mudou e o que decidimos não fazer.

Artefacto

Relatório mensal

No fim do mês tem de ser possível ver o que andou, o que ficou decidido e o que não valia a pena fazer. Senão é só mais uma avença.

Relatório mensal
HorasOnde foramProcesso a processo
ImpactoO que mudouMedido contra o ponto de partida
DecisõesO que ficou decididoFerramentas, fornecedores, regras
Por fazerO que ficou de foraE porquê
Circuitos

O que sai da frente num mês

01

Avaliar uma ferramenta

A equipa pede uma ferramenta → Teste contra um caso real · IA → Custo, risco e alternativa → Decisão de comprar ou não

02

Um processo candidato

Processo proposto → Medição: frequência e horas → Protótipo em dias · IA → Vai a produção ou fica de fora

03

Pôr em uso na equipa

Sistema em produção → Formação sobre o trabalho real → Regras de uso escritas → Revisão no mês seguinte

Não é uma bolsa de horas para inventar trabalho. É alguém a pegar nas decisões que aparecem e a fazê-las andar.

Perguntas

Perguntas frequentes

Em que é que isto é diferente de contratar um projeto?

Um projeto responde a uma pergunta que já foi feita. A avença existe para as que aparecem depois — a ferramenta nova, o processo seguinte, o fornecedor que promete IA. Se só tem uma pergunta, faça o projeto: fica mais barato, e nós dizemos-lho.

Há fidelização?

Não. É mensal e cancela-se no fim do mês. O que foi construído fica vosso, com o código e a documentação.

E se num mês não houver nada para fazer?

Acontece, e dizemo-lo em vez de inventar trabalho para justificar a fatura. Se acontecer dois meses seguidos, propomos suspender até haver alguma coisa.

Falam com a nossa equipa de informática ou por cima dela?

Com. Quem conhece os sistemas é quem lá está, e sem essa equipa uma integração no ERP demora três vezes mais. Onde não há equipa interna, tratamos nós e deixamos documentado.

A IA já entrou na empresa, mas continua tudo a cair em si?

Em 30 minutos percebemos se há trabalho e decisões suficientes para justificar acompanhamento contínuo — ou se basta resolver uma coisa e seguir.

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